O que medir antes de escalar uma campanha
Aumentar a verba de uma campanha que parece boa é a forma mais rápida de descobrir que ela não era. Estes são os indicadores que dizem se dá para escalar.
Ler artigo →A maioria dos visitantes não compra na primeira visita. O remarketing mantém a sua marca presente até a pessoa estar pronta para decidir.
A maior parte das pessoas que visita o seu site não entra em contato na primeira vez. Elas olham, comparam, se distraem com outra coisa e vão embora. Sem remarketing, esse visitante que custou dinheiro para chegar até você some, e talvez nunca mais volte.
Remarketing são anúncios exibidos para quem já teve algum contato com a sua empresa: visitou o site, abriu uma página de produto, começou um formulário, assistiu a um vídeo ou interagiu com o seu perfil. Como essas pessoas já conhecem a marca, a conversa começa num ponto mais avançado.
Quem já visitou o seu site tem um interesse demonstrado. Você não precisa mais apresentar a empresa do zero, e sim ajudar a pessoa a terminar a decisão. Por isso, em muitas contas, o custo por conversão dessas campanhas fica abaixo do custo das campanhas para público novo.
No Google Ads, esse recurso hoje aparece com o nome de "segmentos dos seus dados", e permite reengajar quem já interagiu com o site, o app ou a marca enquanto essas pessoas navegam no Google e em sites parceiros. No Meta, o equivalente são os públicos personalizados de site, criados a partir do Pixel e da API de Conversões, com uma regra e um período de retenção.
O erro mais comum é colocar todo mundo que visitou o site num público só e mostrar o mesmo anúncio para todos. Separar por nível de interesse muda o resultado.
A mensagem do remarketing precisa conversar com o que a pessoa já viu. Repetir o anúncio que ela ignorou da primeira vez raramente funciona.
Para quem quase converteu, pense em qual dúvida fez a pessoa parar. Pode ser prazo, preço, forma de pagamento, garantia ou medo de não dar certo. Um anúncio que responde essa dúvida com um depoimento ou uma explicação curta tende a funcionar melhor do que um desconto genérico.
Imagine uma academia que recebe 8.000 visitas por mês no site. Dessas, 2.000 entram na página de planos e 400 clicam em "falar no WhatsApp", mas só 150 mandam mensagem de fato.
A academia cria três públicos: quem viu a página de planos nos últimos 14 dias, quem clicou no WhatsApp e não mandou mensagem nos últimos 7 dias, e alunos ativos (excluídos das campanhas de captação). Para o segundo grupo, roda um vídeo curto de um instrutor respondendo "e se eu nunca treinei?". Para o primeiro, depoimentos de alunos com rotina parecida.
Em um mês, o remarketing traz 45 novas conversas a partir de pessoas que já tinham visitado o site. Nesse exemplo, o custo por conversa ficou bem abaixo do das campanhas de público frio, porque a academia não estava pagando para apresentar a marca de novo.
O remarketing raramente trabalha sozinho. Ele costuma entrar no fim de uma jornada que começou em outro canal, e por isso a leitura dos números precisa de cuidado. Três perguntas ajudam:
Remarketing bem feito não persegue ninguém. Ele lembra, esclarece e facilita a decisão de quem já demonstrou interesse. Se quiser estruturar esses públicos no seu negócio, a RUT pode ajudar a desenhar a estratégia com você.
Do blog

Aumentar a verba de uma campanha que parece boa é a forma mais rápida de descobrir que ela não era. Estes são os indicadores que dizem se dá para escalar.
Ler artigo →
Os dois funcionam, mas para momentos diferentes da decisão de compra. Entenda a diferença entre demanda ativa e demanda criada antes de dividir a verba.
Ler artigo →
Não existe valor mágico de investimento em anúncios. Existe um cálculo, e ele parte do seu ticket médio e da sua taxa de conversão, não do orçamento do concorrente.
Ler artigo →Diagnóstico gratuito