Indicadores de marketing: os números que todo gestor deveria acompanhar
Curtida não paga conta. Veja quais indicadores mostram, de verdade, se o marketing está trazendo venda, e com que frequência olhar cada um.
Ler artigo →Tráfego bom em página ruim é dinheiro desperdiçado. Estes são os elementos que mais influenciam a conversão de uma landing page.
Você paga por cada clique. A pessoa chega à página, olha por alguns segundos e vai embora. Se isso acontece com a maioria dos visitantes, o problema pode não estar na campanha, e sim no lugar para onde ela leva.
A landing page é o ponto em que o anúncio vira contato. Se ela não convence, não importa quão boa seja a segmentação. A seguir, os nove elementos que aparecem em praticamente todas as páginas que convertem bem, e como aplicá-los.
É uma página feita para uma única ação: pedir orçamento, agendar, baixar um material, comprar. Diferente da página inicial do site, que apresenta a empresa inteira, a landing page tem um só objetivo e tira do caminho tudo o que distrai.
Ela também influencia o custo da mídia. No Google Ads, a experiência na página de destino é um dos três componentes do Índice de Qualidade, ao lado da taxa de cliques esperada e da relevância do anúncio. O Google explica que esse índice é uma ferramenta de diagnóstico, mas os fatores que ele resume pesam na entrega dos anúncios.
Quem clicou em "implante dentário em 1 dia" precisa ver isso no topo da página. Se o título fala de outra coisa, a pessoa acha que errou o caminho.
Logo abaixo do título, uma frase que diga o que a pessoa ganha. Nada de "somos referência em qualidade". Algo concreto: "avaliação gratuita e plano de tratamento no mesmo dia".
Uma página, uma ação. Menu completo, links para o blog e cinco botões diferentes dividem a atenção.
A chamada para ação aparece no topo e se repete ao longo da página, para quem decidiu no meio da leitura não precisar subir de volta.
Peça só o necessário para o próximo passo. Nome e WhatsApp costumam bastar para o primeiro contato. O guia de boas práticas de formulários do web.dev recomenda justamente isso: reduzir campos, usar rótulos claros e permitir o preenchimento automático do navegador.
Depoimentos, número de clientes atendidos, avaliações, fotos de trabalhos feitos. Sempre reais. A pesquisa do Google sobre o "messy middle" mostra que a prova social é um dos vieses capazes de mudar a preferência de marca enquanto a pessoa avalia as opções.
Uma seção de perguntas frequentes que trate das dúvidas que travam a decisão: prazo, forma de pagamento, garantia, como funciona o atendimento.
O web.dev define três métricas principais de experiência, as Core Web Vitals. Uma boa experiência pede maior elemento visível carregado em até 2,5 segundos (LCP), resposta às interações em até 200 milissegundos (INP) e estabilidade visual com CLS de até 0,1. Veja mais no artigo sobre velocidade do site.
Sem medir o envio do formulário e o clique no WhatsApp, você não sabe quais campanhas geram contato. Detalhamos isso em rastreamento de conversões.
Imagine uma imobiliária que leva 2.000 visitantes por mês para uma página de lançamento. A página original tem menu completo, formulário com oito campos e carrega em seis segundos no celular. Converte 1,5%: 30 leads.
A imobiliária refaz a página: título igual ao anúncio, formulário com nome e WhatsApp, fotos reais do decorado, perguntas frequentes sobre financiamento e imagens otimizadas. Com o mesmo tráfego, a conversão vai para 4%: 80 leads. O custo por lead cai a menos da metade, sem mudar um real na mídia.
Uma página bonita com texto genérico converte menos do que uma página simples que fala a língua do cliente. Antes de pensar em cores e animações, responda por escrito a cinco perguntas:
Se as respostas estiverem claras na página, metade do trabalho está feita. A outra metade é tirar o que atrapalha: textos longos demais, jargão técnico, imagens que não mostram nada do serviço e pop-ups que aparecem antes de a pessoa ler a primeira linha.
Pequenas mudanças no título, no botão ou no tamanho do formulário podem mudar bastante a taxa de conversão. Faça testes A/B com uma variável por vez e deixe o teste rodar até ter volume suficiente para o resultado ser confiável. Com poucas dezenas de conversões, diferenças pequenas podem ser só acaso.
Enquanto o teste roda, anote o que mudou e quando. Um registro simples, com data, hipótese e resultado, evita repetir testes que já deram errado e ajuda a equipe a entender por que a página tem o formato que tem. Depois de alguns meses, esse histórico vale mais do que qualquer lista genérica de boas práticas.
A página é só uma parte do funil. Uma boa landing page precisa estar conectada a uma campanha coerente e a um atendimento rápido para a conversão virar venda. Se quiser revisar as suas páginas com esse olhar, a equipe da RUT pode ajudar.
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